domingo, 20 de março de 2016

CONTO MINHA VIDA NÃO FODE

josé marcelo
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depois que saí do hospício - depois que o médico disse não há nada mais que eu possa fazer por você.
foi o que ele disse. não disse que eu estava bem. não disse que eu estava curado. não. o que ele disse foi outra coisa.
mas enfim.
depois que eu saí do hospício e voltei para casa, não fui recebido com alegria. meus irmãos me olhavam de cara feia. ninguém gostou de ver. nem mesmo minha mãe. ela apenas me olhou. você, falou com desprezo.
você.
é. eu. sou eu.
hunf.
não vou ficar.
hunf.
entrei no meu quarto, peguei um livro e saí. as pessoas na rua ou me ignoravam ou me encaravam. não sei o que é pior.
eu sabia que não ia voltar. para casa, quero dizer.
sentia falta dos loucos. pelo menos neles eu podia confiar. eram imprevisíveis mas não inconstantes.
decidi voltar para o hospício de qualquer jeito. não devia ser difícil. era só agir como louco, certo? certo?
então mijei na rua e cuspi na viatura, subi na estátua da praça e fiquei gritando e miando e correndo.
e tudo o que eu consegui foi uma surra da polícia.
então voltei para casa.
minha mãe me olhou. agora deu pra apanhar da polícia?
me interna, mãe.
ela sorriu. por que saiu?
eles me mandaram embora.
então não posso fazer nada.
ela virou-se e saiu.
voltei ao hospício e pulei o muro. consegui dormir lá, mas no outro dia cedo fui expulso.
desde então durmo encostado no muro.
porra, tudo o que eu quero é continuar louco. a loucura me consola.
é pedir muito?
 

PÁGINA clube do suicidio

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frames O FANTASMA DO PARAÍSO

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CORES

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FRAMES a marca da maldade

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noir absolutamente impressionante. um Welles fascinante e, como de hábito, uma peça cinematograficamente clássica.

FRAMES Noriko Dinner Table

Noriko's Dinner Table (2005) screens
 É um Sion Sono 園 子温. É um filmaço.

O RETORNO DE DJANGO

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A LEITURA E A LUXÚRIA

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Do Manara, claro.


FRAMES: CHINATOWN

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“Forget it, Jake. It’s Chinatown.”

Goodshit.

O GRANDE BÚFALO BRANCO

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Porque ótimos filmes merecem cartazes estupendos.


EASTERN PROMISES

Written by Steven Knight           
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Um trecho:
1   EXT. A STREET NEAR BRICK LANE - EVENING                       1
    It's 5.30pm in late December and rain is pouring. The
    scant Christmas decorations are hanging limp in the rain.
    A young Turk (EKREM) runs through the rain with a Turkish
    newspaper held over his head. He ducks into a traditional
    barber's shop called Ozim's.
2   INT. OZIM'S BARBER SHOP - EVENING                             2
    The shutters are drawn. OZIM (a plump middle-aged Turk)
    is cutting the hair of the last customer of the day (SOYKA).
    Soyka is a Chechen, well-groomed, wearing a sharp suit
    beneath the barber's gown.

    During the conversation we glimpse distinctive eagle- and
    star-shaped tattoos on Soyka's arms and hands.

    Ozim and Soyka are chatting as Ekrem enters.   Soyka speaks
    with a Russian accent.
                           OZIM               Guvenilmez... daginik... bloody
              kids, you know... he says - `but
              Amca it's Christmas?... Christmas!
              We're Islam!
                          SOYKA               Oi, how much are you taking off?
                          OZIM               Christmas! So I said to him...
              alisverise cimac. The kid's
              sixteen...

    Ozim brushes some hair off the customer's shoulder and
    Ozim finally acknowledges Ekrem, who is shivering and wet
    near to the door. Ekrem turns the `Open' sign to `Closed'.
                          OZIM (CONT'D)               They don't want to work do they.
              Shicma....
                          EKREM                   (hesitantly
                   interrupting)
              Uncle Ozim.......

    We see for the first time that Ekrem is shaking with fear
    as well as cold.



                                              (CONTINUED)     WHITE Revision    -   9/12/06                               2.


2   CONTINUED:                                                         2                                 OZIM                  This is him.     The kid I'm talking
                 about.

    Ekrem approaches, stiffened by terror.       Soyka nods at Ekrem
    in the mirror.
                             SOYKA                  He looks OK to me... how you doin'
                 Ekrem?

    Soyka offers Ekrem a hand to shake and Ekrem stares at it
    as if it were enchanted...
                             OZIM                  He looks OK, yeah, but he won't do
                 one lousy thing for me. Here,
                 look... Ekrem, take this...

    Ozim takes an open razor from behind a line of hair-tonic
    bottles and hands it to Ekrem, who now looks mortally
    terrified.
                             EKREM                  Ozim... memnum etmek.
                             OZIM                  We had a deal now he's backing
                 out.
                             SOYKA                      (laughing)
                 Hey Ozim, leave the kid alone.
                 It's obviously a psychological
                 thing...
                             OZIM                  Take it Ekrem.
                             SOYKA                  Ozim, it's OK. I don't want a shave.
                             OZIM                  This is the kid who walks around
                 like Al Capone. Take the fucking
                 ustura and finish this Rushca.
                             SOYKA                      (startled)
                 What?



                                                  (CONTINUED)     BLUE Revision    -   11/4/06                              3.


2   CONTINUED: (2)                                                 2
    Soyka rises up from the seat, casting off his barber's
    gown. Ozim yells `kabuka! And Ekrem snarls, flicks open
    the razor and drags it across Soyka's throat. Soyka's scream
    bubbles in the blood.
Post Scriptum: Filme instigante, foda, violento, cruel – um autentico noir cheio de nuances e com Viggo Mortensen e Vicent Cassel atuando de modo brilhante. David Cronenberg conseguiu dirigir uma de suas melhores obras, o que não é pouco, já que o estimado diretor possui um ótimo curriculo. Leia com atenção este prólogo acima. Repare no equilíbrio e no suspense impresso em cada cena. Filmado, evidente, fica melhor ainda. Recomendo. Este não é apenas para assistir. É para ver e rever. É para ter em casa.


CALVIN ESCREVE UM LIVRO

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vampyros lesbos

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FRAMES o homem que queria ser rei

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A ARTE DE Jeffrey Catherine Jones

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Bidonica.


filho da puta e a puta

josé marcelo
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sangue. nu e quente sobre a pele.
- mas que porra!
- cala a boca.
- filho da puta filho da puta.
o filho da puta saiu do carro e ficou olhando a mancha em sua camisa. mancha vermelha mudando para marrom. sangue simples. olhou pelo vidro do carro – no banco de trás, o homem gordo engasgava no próprio sangue. merda, pensou o filho da puta, vai empoçar.
ele abriu a porta de trás do carro e o homem gordo olhou-o aterrorizado.
- o que acha que eu vou fazer, hein?
o filho da puta puxou o homem gordo pelas pernas. não foi fácil. o homem gordo se debatia muito. mas no fim ele desabou na estrada poeirenta. o filho da puta disse:
- você estragou minha camisa.
voltou ao banco da frente e pegou a faca de churrasco.
- não devia ter estragado minha camisa – disse ele, o tom de voz na verdade dizendo que a camisa era o de menos, o que ele gostava mesmo era de cortar.
ele tornou a enfiar a faca várias vezes, tantas que no fim as entranhas do homem gordo escorreram para fora e ficaram espalhadas na poeira. o filho da puta então encostou-se no carro e ficou olhando o homem gordo morrer. demorou bastante, mas tudo bem. o filho da puta não tinha nada para fazer. não até a noite.
à noite a lua estava marrom por causa do vento que ergueu uma nuvem de poeira: o letreiro do puteiro que piscava NOITE QUENTE estava praticamente coberto e não mostrava nada.
filho da puta, de banho tomado e roupa nova, entrou e pediu uma cerveja. era cedo ainda. não havia putas ainda, apenas uma mulher atrás do balcão, uma velha carcomida e de modos sonolentos. ela disse:
- as meninas já estão vindo. estão tomando banho.
- a esther está ai?
- está.
- é ela que eu quero.
- vou ver se ela está pronta.
esther veio maquiada demais e usando roupas curtas demais e andando devagar. sentou-se diante do filho da puta e sorriu. seria bonita não fosse tão vulgar.
- oi.
- oi. tudo certo?
- tudo.
- vamos pro quarto.
o quarto ficava em um corredor estreito e cheio de portas. era um cubículo estreito e abafado onde mal e mau cabia uma cama e um ventilador de mesa. enquanto filho da puta fechava a porta, esther despiu-se e deitou-se na cama.
filho da puta ficou em pé.
- cadê? – perguntou ele.
- você fez?
- claro.
- e como foi?
- quer detalhes?
- não. não, não quero… melhor não.
- então me paga logo.
- não quer fazer amor gostozinho?
- não se faz amor com puta, puta a gente fode. me dá logo a grana.
- daqui a pouco.
ele assentiu como se concordasse. então pulou pra cima dela e colocou as duas mãos no pescoço de esther.
- tá de gozação com a minha cara? me passa minha grana agora, senão… você sabe o que vai acontecer.
- tá bom tá bom.
ele a soltou.
- anda logo.
- então levanta. tá de baixo do colchão.
- você guarda seu dinheiro de baixo do colchão? – ele quase riu.
filho da puta ergueu o colchão e viu um saco de plástico sujo. pegou-o, contou o dinheiro, tirou exatamente o que ela lhe devia, colocou o saco de volta e largou o colchão.
- agora quero que você me chupe – disse ele.
ela ajoelhou-se e tirou o pau dele para fora. estava mole. ela começou a chupar. o pau não endurecia. ela insistiu. não adiantava.
- que porra – disse filho da puta. empurrou-a com força. ela caiu sentada. – se você contar isso para alguém, volto e te mato.
ele saiu do quarto e esther respirou aliviada.
filho da puta entrou no carro e saiu pisando com força no acelerador. depois de dirigir até o amanhecer por estradas poeirentas, parou o carro e tirou o pau para fora. não estava apenas mole. parecia menor. filho da puta abriu o porta-luvas e pegou um canivete. ficou olhando para o pau e o canivete, mas não teve coragem de fazer o que estava pensando. apenas passou a lâmina de leve sobre a pele do pau. escorreu uma linha de sangue. o pau ficou duro na hora. ouviu risadas e ergueu a vista.
duas estudantes vinham subindo pela estrada. provavelmente indo para o ponto esperar a kombi do transporte escolar. eram jovens e bonitas. tinham aquele frescor que excitava-o na juventude. filho da puta colocou o pau para dentro e deu seu melhor sorriso. sabia que era bonito e sabia ser charmoso e irresistível. não foi difícil convencê-las a entrar no carro. depois ele mostrou-lhes o dinheiro e fez uma proposta. ambas aceitaram.
- você tá machucado – disse a mais nova, de cabelo curto.
- um cortinho à toa. nada demais.
a outra, loira e de olhos castanhos que praticamente brilhavam, disse:
- tem um lago aqui perto. vamos tomar banho lá.
não era longe. logo filho da puta e as estudantes estavam nus e tomando banho no lago. a água estava fria e as meninas soltavam gritinhos de excitação, quando filho da puta as tocava de leve. depois deitaram-se na grama e filho da puta transou com as duas.
- anal é mais caro – disse a cabelo curto, quando ele tentou meter atrás nela.
- eu pago. pago as duas.
- eu não – disse a loira. – eu nunca dei a bunda.
- eu pago mais caro.
- não.
- o dobro.
- vai – disse a cabelo curto à amiga. – dói um pouco, depois fica bom.
- tá bom. mas com cuidado.
a loira deitou-se de bruços na grama e empinou a bunda. filho da puta lambeu e cuspiu e depois colocou o pau dentro da bunda dela. ela gritou e chorou, mas não pediu para ele parar. filho da puta não aguentou muito tempo e gozou. então saiu e deitou-se na grama. a loira continuou na mesma posição, o esperma escorrendo de dentro da bunda dela. ainda chorando.
- ah não – reclamou a cabelo curto. – e eu?
- espera um pouco – disse filho da puta.
- eu quero agora.
a loira levantou-se e foi andando devagar para dentro do lago.
a cabelo curto ajoelhou-se ao lado de filho da puta e começou a chupá-lo. ele a empurrou.
- espera um pouco, porra.
- eu tou excitada. eu quero foder.
- calma. com uma coizinha linda como você a gente não fode, faz amor.
ela gostou disso.
- vou ficar molhadinha pra você.
ela enfiou dois dedos na boca e depois na vagina. deitou-se na grama de pernas abertas e masturbou-se.
filho da puta procurou pela loira. ela continuava dentro do lago, de costas para eles. olhou para a cabelo curto e percebeu que o pau endurecera de novo. cabelo curto era apertadinha e estava úmida. gemia muito.
- goza na minha boca – pediu ela. – goza na minha boca.
ele colocou o pau dentro da boca dela e ficou segurando-a pela cabeça. gozou com força. a cabelo curto lambeu tudo freneticamente.
- você gosta disso – disse filho da puta.
- adoro o gosto da porra – ela abriu os braços, deitada na grama. – adoro.
a loira voltara e vestira o uniforme. amuada.
- vamos embora – disse ela.
- já? – reclamou cabelo curto. – não. quero ficar mais. quero foder mais. quero gozar. eu não gozei ainda.
- te espero no carro – disse a loira e foi até o carro, encostado sob as árvores. fechou a porta e ficou lá dentro olhando fixo para a frente.
cabelo curto pediu a filho da puto que a lambesse.
- me lambe, vai. quero gozar.
ele a lambeu até que ela estremeceu e gozou esguinchando no rosto dele.
- sua vadiazinha – disse ele sem rancor.
- nossa, isso foi bom. quando a gente vai se ver de novo?
- não sei. quando der.
ele virou-se para o carro e ficou olhando a loira. ainda amuada.
- quantos anos vocês tem?
cabelo curto riu.
- não se preocupe – disse ela. – não vamos falar. já fizemos isso antes.
- sua amiga…
- tá com a bunda doendo. isso logo passa. quer comer a minha? você não comeu.
- hoje não. vocês acabaram comigo.
ele deixou ambas no exato lugar onde as encontrara, depois pegou a rodovia e foi embora. era noite de novo quando chegou em casa.
esther estava sentada no degrau da frente.
- que porra você está fazendo aqui?
ela mexia na bolsa.
- tenho outra coisa pra você.
- o que é?
ela tirou o revóver da bolsa e atirou. a bala entrou na garganta de filho da puta e ele morreu engasgado. antes de fechar os olhos, ainda viu esther pegar sua carteira e sair andando pela rua.
- você é muito caro – disse ela e foi embora.
ficou tudo escuro e amargo e terrivelmente dolorido.

luta livre com monstros!

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a idéia não é nova, mas continua divertida. me fez lembrar dos tempos dos maravilhosos circos fuleiros cheios de atrações bizarras. bons tempos.


MIRCALA

José Marcelo
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A sensualidade nos gestos mais simples e sensuais de Mircala, aquele jeito meio inocente no modo como ela colocava os cabelos atrás das orelhas e sorria, estava sempre sorrindo, sempre feliz. Ou pelo menos era como ela aparentava, não importando como tudo estivesse ruim. Sempre feliz. Sempre linda. Sempre jovem. Você olhava nos olhos de Mircala e não havia nenhuma sombra ali, nenhum eco. Ela lembraria um anjo, se anjos fossem tão iluminados. Eu me apaixonei imediatamente por ela. Quando lhe contei o quanto a amava, o quanto a desejava, ela disse:
__ Não seja bobo.
__ Não sou bobo. É verdade. Eu te amo.
__ Mas você não pode. Não desse jeito.
__ Por que não?
__ Você é meu irmão. Somos irmãos. Não podemos fazer isso. Não é certo.
__ Não me importo, nem você deveria. Eu já te peguei me olhando. Sei que você sente o mesmo.
__ Não.
Ela não sorria mais. Ela cruzou os braços e me olhou muito séria:
__ Acho melhor você ir embora.
__ Não. Eu não vou embora. Eu não vou embora, até você aceitar isso.
Eu me levantei e me aproximei dela. Ela não recuou. Eu a beijei. A boca dela era um deleite insuspeito. Fiquei de pau duro e guiei a mão dela até tocá-lo. Ela me empurrou:
__ O que está fazendo?
__ Nossos pais só chegam daqui uma hora. Estamos sozinhos. Vamos aproveitar.
Algo na expressão do meu rosto a assustou. Ela virou-se e tentou correr. Mas eu era mais forte. Eu a derrubei no chão e ergui sua saia. Enfiei a mão dentro de sua calcinha. Mircala debateu-se e estava chorando.
__ Quieta, Mircala, você sabe que quer isso. Você quer isso. Você sabe que quer.
Ela balançou a cabeça:
__ Tá bom, mas seja carinhoso. Deixa eu tirar a calcinha.
__ Eu tiro pra você.
Puxei a calcinha e abri gentilmente as pernas de Mircala. Ela tinha uma buceta nua e pequena. Fui beijando suas pernas, até alcançar os lábios entre suas coxas. Comecei a beijar e lamber, enquanto Mircala gemia. O som dos gemidos dela era como uma dádiva. As pernas dela me apertavam e senti suas mãos acariciando meus cabelos. Ela me puxou para cima e me beijou longamente. Tirei meu pau para fora e enfiei de uma vez dentro dela. Mircala era macia, apertada e bastante úmida. Perfeita. Já disse que ela era perfeita?
__ Não goza dentro __ Mircala pediu. Mal ela disse essas palavras e eu gozei dentro dela. Um jato forte que me fez urrar de prazer. Então, saciado, sai de dentro dela e deitei-me ao seu lado.
Ela levantou-se e correu para o banheiro, onde tomou um banho longo e demorado. Depois foi para o quarto de onde não saiu mais até que nossos pais chegaram.
No jantar, ela parecia como sempre: feliz, brincalhona até. Me senti bem. Ela não diria nada. Fui dormir cedo. Ia viajar no dia seguinte e queria acordar bem disposto.
Sonhei com Mircala brincando em um balanço sobre a grama verde. Ela ria e se arremessava cada vez mais alto. O dia era azul e meus pais comiam sobre uma toalha de piquenique. Eu estava deitado de lado e observava minha irmã. Tudo parecia perfeito, até que percebi a mancha escura sob o balanço. Mircala sangrava.
Acordei assustado e meu pai estava ao lado da cama. Ele me olhava muito sério.
__ Oi, pai. Já está na hora? Eu…
Ele não me deixou terminar. Não disse nada. Era um homem grande e suas mãos enormes apertaram meu pescoço com tanta força e tanta raiva que eu eu
Eu me debati e ejaculei e acho que meus intestinos se soltaram enquanto eu tentava acertar meu pai e ele me esmurrou e me esmurrou até que meu rosto se transformou em uma pasta ensanguentada.
Eu olhei para seu rosto e vi um vulto de cabelos desarrumados e salivando muito que tornou a apertar meu pescoço até que eu ouvi o estalo do meu pescoço quebrando-se
SNAP!





COSPLAY: super girl

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DE OLHOS BEM FECHADOS

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